terça-feira, 15 de abril de 2008

A Serpente do Deserto


A estrada da montanha Jebel Hafeet fica nos Emirados Árabes e é considerada pelos mais entusiasmados uma oitava maravilha do mundo. Exageros à parte, esta incrível obra de engenharia serpenteia os mais de 1.200 metros de altura da Jebel, que é a segunda maior montanha do país. No total, 60 curvas e um revestimento asfáltico de fazer inveja ao mais moderno autódromo. São três pistas, duas para subir e uma para descer, e um tipo de iluminação inacreditável. Não só a estrada é iluminada, mas também as paredes rochosas escavadas, garantindo um cenário noturno digno de filmes ou mesmo de videogames.

Muita especulação existe a respeito da construção da rodovia, inclusive sobre um valor não confirmado de 100 milhões de dólares, mas o que parece mais provável é que o objetivo real repouse no alto da Jebel Hafeet. O enorme palácio do xeique Zayed bin Sultan Al Nahyan que foi presidente dos Emirados Árabes por mais de trinta anos até sua morte em 2004. Como figurou entre os homens mais ricos do mundo pela revista Forbes, não seria difícil de imaginar que ele gostaria (e poderia) ter desejado um tipo de caminho espetacular levando até sua casa. Especulações à parte, antes do palácio, está localizado o Mercure Grand Jebel Hafeet Al Ain, um belo hotel com mais de 124 quartos. Uma excelente, e única, possibilidade de trafegar pela incrível estrada e ainda aproveitar um verdadeiro oásis no meio do nada.

Vi no Obvious. Vai lá pra ver mais fotos.

E tava no Asttro também.

sábado, 5 de abril de 2008

Cidade do Cairo


Cairo é a capital e maior cidade do Egito. É chamada de al-Qahira em árabe. Situada nas margens do Rio Nilo, tem cerca de 15.9 milhões de habitantes. Foi fundada em 969 para servir de capital do Egito árabe. Foi conquistada em 1517 pelos turcos. Entre 1798 e 1801 foi ocupada pelos franceses. É a sede da Liga Árabe. Uma cidade que é um museu aberto composto por uma mistura de antigo e moderno, que convivem nos bairros, ruas, ruelas e becos. O Cairo religioso, cheio de vida e de contrastes, cidade cosmopolita em culturas e gentes, que revela diferentes civilizações.

Durante o século passado, os monumentos do Antigo Egito foram saqueados por mercadores de arte sem escrúpulos e com a cumplicidade das autoridades locais desejosas de agradar às potências ocidentais.

Foi exactamente para travar esta dissipação do património nacional que, em meados do século XIX, o governo egípcio, depois de proibir a exportação dos achados arqueológicos, decidiu construir um museu onde seriam conservados e salvaguardados os tesouros do Antigo Egito.

O museu actual, inaugurado em 1902, é um edifício de dois andares, situado no centro da cidade e embelezado por um pequeno jardim adornado com epígrafes e esculturas antigas.

O rés-do-chão, inteiramente dedicado à escultura e aos sarcófagos, é dominado pelas estátuas colossais de Amenothep III e da rainha Tie, colocadas ao fundo do grande átrio.

O primeiro andar alberga em grande parte o espólio funerário de Tutankhamon: a máscara e os sarcófagos de ouro, as jóias, o trono em ouro, o vasilhame de alabastro e o mobiliário.

O museu do Cairo ergue-se no centro da cidade, precisamente na praça de al Tahrir, onde é possível chegar com o metropolitano e com numerosas linhas de autocarro que aqui têm um terminal. O museu está situado no lado norte da praça, a pouca distância do rio e na sua vizinhança encontram-se numerosos hotéis de luxo. À frente do museu, num pequeno jardim adornado com esculturas e epígrafes antigas, encontra-se o monumento funerário do seu fundador, o francês Auguste Mariette.

As colecções do Antigo Egito estão expostas nos dois andares do edifício por ordem cronológica e divididas por temas.




terça-feira, 1 de abril de 2008

Libano



Beirute

Beirute (em árabe بيروت) é a capital e maior cidade do Líbano. Localiza-se na costa do Mediterrâneo. Tem cerca de 1.940.000 habitantes. Na antiguidade era uma cidade fenícia com a designação de Berytus. No passado recebeu a alcunha de a Paris do Oriente por sua atmosfera cosmopolita, anterior à Guerra Civil do Líbano. A capital todavia tem muitas atracções turísticas e oferece, entre elas o museu da universidade americana, o museu de Sursock, a gruta das pombas, muitos centros comerciais e uma grande quantidade de restaurantes com menus suculentos das cozinhas de todo o mundo, como especialidades libanesas locais.

Em 2006 depois de o grupo de guerrilheiro Hezbollah haver capturado dois soldados israelenses (em território libanês), o Estado de Israel bombardeou essa capital, causando destruição principalmente em locais onde localizam-se estruturas funcionais desse grupo terrorista com base no Líbano.

Posteriormente, o Hezbollah passou a atacar constantemente Israel por meio de foguetes Katyusha, causando mortes em determinadas cidades do norte israelense. Israel aumentou sua ofensiva contra o Hezbollah.

Arábia Saudita


Meca

Meca, em árabe Makkah (مكة المكرمة, Makka al-Mukkarama). No passado foi chamada de Makoraba.

Situada a oeste da Península Arábica, é a capital do Hejaz. Tem cerca de 1692 milhoes habitantes.

Nela nasceu Maomé em 570. É a mais importante de todas as cidades santas do Islam, visitada todo ano por numerosos peregrinos.

Antes que Maomé viesse a pregar o Islam, já era uma cidade santa, com vários lugares de importância religiosa. Dentre eles o mais importante é a Kaaba.

O primeiro registro histórico à cidade vem de Ptolomeu, geógrafo egípcio, no século II, que chamava-a de Makoraba.

Em 1517 a cidade foi tomada pelos turcos, que a deixaram sob o domínio dos descendentes de Maomé e de seu genro Alí-ibn-Abi-Talib, até que no ano 1916 foram expulsos por Husayn ibn Alí, que mais tarde viria a ser o primeiro rei de al-Hijad.

Arábia Saudita


Riade

Riade ou Riad (em árabe الرياض [ar-Riyādh]) é a capital e a maior cidade da Arábia Saudita. Situa-se num oásis a cerca de quatrocentos quilômetros do golfo Pérsico. É o centro administrativo, cultural e financeiro do reino. Tem quase 4,5 milhões habitantes (14% da população do pais) e ocupa uma superfície de 1.554 km².

A cidade está dividida em dezessete municipios sobre o controlo da Agência de Desenvolvimento de Riade pelo governador da província Salman Bin Abdul Aziz. Apesar de estar localizada numa zona árida, há registro de precipitações esporádicas.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Marrocos



é um país localizado no extremo noroeste da África, estando limitado a norte pelo Estreito de Gibraltar (por onde faz fronteira com a Espanha), por Ceuta, pelo mar Mediterrâneo e por Melilha, a leste e a sul pela Argélia, a sul pelo Saara Ocidental (território que controla) e a oeste pelo Oceano Atlântico. A capital do país é a cidade de Rabat. É o único país do continente africano que não faz parte da União Africana.


Marrocos caracteriza-se por ser um país montanhoso, destacando-se duas cadeias montanhosas: o Rif, com a orientação noroeste-sudeste, que faz, geologicamente, parte das cordilheiras do Sul da Península Ibérica, e que tem como ponto mais alto o monte Tidirhine com 2456 m; e o Atlas, no Centro do país, com a orientação leste-oeste, cujo ponto mais alto é o monte Tubkal (4165 m). A leste, situa-se a bacia do Muluya, uma região de terras baixas, semiárida, criada pela erosão do rio Muluya. Mais a leste e a sudeste, encontram-se os altos planaltos, com cerca de 1000 metros de altitude. No Sul, iniciam-se as terras áridas do deserto do Saara.


A economia deste país baseia-se na agricultura, nos serviços, na indústria transformadora e na exploração mineira.A terra arável abrange 8,5 milhões de hectares e proporciona produções de trigo, milho, cevada, citrinos, cana-de-açúcar e algodão, entre outras. A exploração mineira centra-se na extracção de fosfatos no Saara Ocidental.As principais produções das indústrias transformadoras são os produtos alimentares, os têxteis, os artigos de couro e os adubos. O turismo constitui uma importante fonte de receitas. Os principais parceiros comerciais de Marrocos são Portugal, França, Espanha, os EUA e a Alemanha.

Um dos grandes eventos de Marrocos é a maratona na areia, que é disputada no sul do país. Os competidores percorrem 206 quilômetros em seis etapas. Os participantes carregam uma mochila com todo o material necessário, mas só podem beber nove litros de água por dia. Tempestades de areia e bolhas nos pés são os maiores obstáculos. Em 1994, o vencedor foi o russo Andrei Derksen, com dezesseis horas e 55 minutos. No jantar marroquino, as mesas geralmente não ficam preparadas, pois os pratos são trazidos pouco a pouco. Uma empregada ou um membro mais jovem da família (sempre uma mulher) traz uma bacia de metal com sabão no meio, às vezes feito de esculturas artesanais, e água em volta. As mãos são lavadas e uma toalha é oferecida para secá-las. Os marroquinos tem o costume de beber chá de menta antes e depois da refeição. Agradecem a Deus dizendo "Bismillah". Eles comem primeiramente de um prato comunitário, com a mão direita, o polegar e os dois primeiros dedos. No fim das refeições agradecem novamente dizendo " All Hamdu Lillah" que quer dizer: Graças a Deus, e repetem o ritual de lavar as mãos.


Turquia

A Turquia (Türkiye, em turco), cujo nome oficial é República da Turquia (Türkiye Cumhuriyeti), é um país eurasiático constituído por uma pequena parte europeia, a Trácia, e uma grande parte asiática, a Anatólia. Limita com oito países: a Bulgária a noroeste, a Grécia a oeste, a Geórgia a nordeste, a Arménia, o Irão e o Nakichevan azerbaijano a leste, e o Iraque e a Síria a sudeste. É banhada pelo Mar Negro ao norte, pelo Egeu e o Mar de Mármara a oeste e pelo Mediterrâneo ao sul. Sua capital é Ancara.



Nos termos da constituição turca, a Turquia é uma república democrática, secular e constitucional cujo sistema político foi estabelecido em 1923, após o fim do Império Otomano. Atualmente, negocia sua adesão como membro pleno da União Europeia.
A Turquia e seus Estados antecessores foram uma ponte entre as culturas ocidental e oriental e o centro de diversas grandes civilizações.

A diversidade da cultura turca reflete a mistura de vários elementos das tradições otomanas, européias e islâmicas. Após a transformação do país num Estado moderno com nítida separação entre mesquita e Estado, o governo investiu consideravelmente na área de belas artes, inclusive museus, teatros e arquitetura. Hoje, a economia turca é suficientemente próspera para que o setor privado também financie manifestações artísticas.

A cultura da Turquia equilibra-se entre a aspiração de ser "moderna" e ocidental, por um lado, e a necessidade de manter valores tradicionais religiosos e históricos.


quarta-feira, 19 de março de 2008

Emirados Árabes

DUBAI

Dubai é um paraíso no deserto para os arquitetos. Dinheiro para projetos arrojados não falta. A cidade é quase toda um imenso canteiro de obras --veja quais são os pontos de visita.

Entrecortada por amplas avenidas, Dubai é um dos sete emirados árabes reunidos desde 1971, dois anos após a descoberta de petróleo na região. Um emirado é um Estado governado por um emir, título dos soberanos muçulmanos.



Com a riqueza do petróleo (previsto para esgotar nos próximos anos), os dirigentes estão fazendo do antigo e modesto posto de mercadores um imponente centro de comércio e turismo no Oriente Médio.
Construíram e financiaram a construção de edifícios e hotéis modernos, lançaram competições esportivas internacionais e criaram áreas específicas para atração de visitantes, como o centro de comércio internacional. Para turistas à procura de novas emoções, oferecem esquiar na neve ou passear nas dunas do deserto e usufruir da hospitalidade dos beduínos.



O Mall dos Emirados, com 400 lojas e perfumarias também encontradas em Londres e Paris, tem ainda o Ski Dubai em seu interior, com pistas de esqui dentro de uma gigantesca tubulação que fabrica neve ininterruptamente.
No gigantesco tubulão do Ski Dubai a temperatura está em -2 ºC, mas nas ruas e avenidas é de 40 ºC de dia e 31 ºC à noite.
A Dubailândia, destinada para lazer e entretenimento, com uma área que é o dobro da Disney World, em Orlando (EUA), estará completada dentro de dez anos. Em julho, o jornal "El País" registrou nova moda entre os multimilionários de Dubai, para quem iates e Bugattis são coisas do passado.
Esses clientes especiais podem escolher, a preços de 8 milhões a 58 milhões (R$ 20 milhões a R$ 133 milhões), 14 modelos de luxo de minissubmarinos construídos nos Emirados, com um alcance de aproximadamente 5.500 km.
No Departamento de Turismo e Marketing de Dubai dizem desconhecer uma fábrica desses iates submersíveis.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Férias no Oriente

ORIENTE MÉDIO

Negócios e lazer nas arábias

As belas construções de Omã

O Oriente Médio exerce seu fascínio sobre o Ocidente e tem feito um belo esforço para tornar-se um importante pólo do turismo internacional. O primeiro passo já foi dado: a construção de hotéis maravilhosos. O segundo - e mais difícil - é conquistar a confiança dos visitantes.
A imagem dos muçulmanos manchou-se com o fanatismo religioso e quem só lê as más notícias tem uma idéia extremamente deturpada do grau de civilização e civilidade desses povos. Pois, pelo menos no Sultanato de Omã e nos Emirados Árabes Unidos, a viagem pode ser um tanto prazerosa, tranqüila e segura.

O turismo está quase sempre ligado a negócios. Os dois países estão cheios de petrodólares. E onde há dinheiro, sobram transações e executivos. Do Brasil até lá, a viagem é longa e a rota, cansativa. São 20 horas de vôo, mais algumas na conexão, em Zurique, Suíça. Portanto, aproveitar a viagem de negócios para uma pausa divertida chega a ser uma necessidade.

Belas paisagens - E também não perderá nada quem, nas férias, quiser visitar as ajardinadíssimas Mascate, Dubai e Abu Dabi e conhecer as emoções de um tour pelo deserto, as belíssimas praias do Golfo de Omã, a agressividade das montanhas de pedra da região, os aromas de especiarias exóticas, o ouro e a prata dos mercados tradicionais. Sem falar no extremo conforto dos seus hotéis e resorts.

E aí vai um aviso às mulheres que forem a Omã e aos Emirados Árabes Unidos: esqueçam-se da história de que só se pode usar blusas com mangas e saias longas. Nas ruas, turistas só não vestem minissaias, shorts ou bermudas. Mas vestidos de alça, saias curtas e calças compridas não provocam nenhuma reação a não ser um olhar malicioso se quem veste é jovem e bonita. O que, aliás, acontece no mundo todo.

Nas piscinas dos hotéis, biquínis mínimos são vistos sem problemas. E muitas até fazem um topless discreto, deitadas de bruços. Nas praias, usam maiôs inteiriços e alguns biquínis menos indiscretos. As locais entram n'água vestidas de negro mesmo.