quarta-feira, 26 de março de 2008

Marrocos



é um país localizado no extremo noroeste da África, estando limitado a norte pelo Estreito de Gibraltar (por onde faz fronteira com a Espanha), por Ceuta, pelo mar Mediterrâneo e por Melilha, a leste e a sul pela Argélia, a sul pelo Saara Ocidental (território que controla) e a oeste pelo Oceano Atlântico. A capital do país é a cidade de Rabat. É o único país do continente africano que não faz parte da União Africana.


Marrocos caracteriza-se por ser um país montanhoso, destacando-se duas cadeias montanhosas: o Rif, com a orientação noroeste-sudeste, que faz, geologicamente, parte das cordilheiras do Sul da Península Ibérica, e que tem como ponto mais alto o monte Tidirhine com 2456 m; e o Atlas, no Centro do país, com a orientação leste-oeste, cujo ponto mais alto é o monte Tubkal (4165 m). A leste, situa-se a bacia do Muluya, uma região de terras baixas, semiárida, criada pela erosão do rio Muluya. Mais a leste e a sudeste, encontram-se os altos planaltos, com cerca de 1000 metros de altitude. No Sul, iniciam-se as terras áridas do deserto do Saara.


A economia deste país baseia-se na agricultura, nos serviços, na indústria transformadora e na exploração mineira.A terra arável abrange 8,5 milhões de hectares e proporciona produções de trigo, milho, cevada, citrinos, cana-de-açúcar e algodão, entre outras. A exploração mineira centra-se na extracção de fosfatos no Saara Ocidental.As principais produções das indústrias transformadoras são os produtos alimentares, os têxteis, os artigos de couro e os adubos. O turismo constitui uma importante fonte de receitas. Os principais parceiros comerciais de Marrocos são Portugal, França, Espanha, os EUA e a Alemanha.

Um dos grandes eventos de Marrocos é a maratona na areia, que é disputada no sul do país. Os competidores percorrem 206 quilômetros em seis etapas. Os participantes carregam uma mochila com todo o material necessário, mas só podem beber nove litros de água por dia. Tempestades de areia e bolhas nos pés são os maiores obstáculos. Em 1994, o vencedor foi o russo Andrei Derksen, com dezesseis horas e 55 minutos. No jantar marroquino, as mesas geralmente não ficam preparadas, pois os pratos são trazidos pouco a pouco. Uma empregada ou um membro mais jovem da família (sempre uma mulher) traz uma bacia de metal com sabão no meio, às vezes feito de esculturas artesanais, e água em volta. As mãos são lavadas e uma toalha é oferecida para secá-las. Os marroquinos tem o costume de beber chá de menta antes e depois da refeição. Agradecem a Deus dizendo "Bismillah". Eles comem primeiramente de um prato comunitário, com a mão direita, o polegar e os dois primeiros dedos. No fim das refeições agradecem novamente dizendo " All Hamdu Lillah" que quer dizer: Graças a Deus, e repetem o ritual de lavar as mãos.


Turquia

A Turquia (Türkiye, em turco), cujo nome oficial é República da Turquia (Türkiye Cumhuriyeti), é um país eurasiático constituído por uma pequena parte europeia, a Trácia, e uma grande parte asiática, a Anatólia. Limita com oito países: a Bulgária a noroeste, a Grécia a oeste, a Geórgia a nordeste, a Arménia, o Irão e o Nakichevan azerbaijano a leste, e o Iraque e a Síria a sudeste. É banhada pelo Mar Negro ao norte, pelo Egeu e o Mar de Mármara a oeste e pelo Mediterrâneo ao sul. Sua capital é Ancara.



Nos termos da constituição turca, a Turquia é uma república democrática, secular e constitucional cujo sistema político foi estabelecido em 1923, após o fim do Império Otomano. Atualmente, negocia sua adesão como membro pleno da União Europeia.
A Turquia e seus Estados antecessores foram uma ponte entre as culturas ocidental e oriental e o centro de diversas grandes civilizações.

A diversidade da cultura turca reflete a mistura de vários elementos das tradições otomanas, européias e islâmicas. Após a transformação do país num Estado moderno com nítida separação entre mesquita e Estado, o governo investiu consideravelmente na área de belas artes, inclusive museus, teatros e arquitetura. Hoje, a economia turca é suficientemente próspera para que o setor privado também financie manifestações artísticas.

A cultura da Turquia equilibra-se entre a aspiração de ser "moderna" e ocidental, por um lado, e a necessidade de manter valores tradicionais religiosos e históricos.


quarta-feira, 19 de março de 2008

Emirados Árabes

DUBAI

Dubai é um paraíso no deserto para os arquitetos. Dinheiro para projetos arrojados não falta. A cidade é quase toda um imenso canteiro de obras --veja quais são os pontos de visita.

Entrecortada por amplas avenidas, Dubai é um dos sete emirados árabes reunidos desde 1971, dois anos após a descoberta de petróleo na região. Um emirado é um Estado governado por um emir, título dos soberanos muçulmanos.



Com a riqueza do petróleo (previsto para esgotar nos próximos anos), os dirigentes estão fazendo do antigo e modesto posto de mercadores um imponente centro de comércio e turismo no Oriente Médio.
Construíram e financiaram a construção de edifícios e hotéis modernos, lançaram competições esportivas internacionais e criaram áreas específicas para atração de visitantes, como o centro de comércio internacional. Para turistas à procura de novas emoções, oferecem esquiar na neve ou passear nas dunas do deserto e usufruir da hospitalidade dos beduínos.



O Mall dos Emirados, com 400 lojas e perfumarias também encontradas em Londres e Paris, tem ainda o Ski Dubai em seu interior, com pistas de esqui dentro de uma gigantesca tubulação que fabrica neve ininterruptamente.
No gigantesco tubulão do Ski Dubai a temperatura está em -2 ºC, mas nas ruas e avenidas é de 40 ºC de dia e 31 ºC à noite.
A Dubailândia, destinada para lazer e entretenimento, com uma área que é o dobro da Disney World, em Orlando (EUA), estará completada dentro de dez anos. Em julho, o jornal "El País" registrou nova moda entre os multimilionários de Dubai, para quem iates e Bugattis são coisas do passado.
Esses clientes especiais podem escolher, a preços de 8 milhões a 58 milhões (R$ 20 milhões a R$ 133 milhões), 14 modelos de luxo de minissubmarinos construídos nos Emirados, com um alcance de aproximadamente 5.500 km.
No Departamento de Turismo e Marketing de Dubai dizem desconhecer uma fábrica desses iates submersíveis.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Férias no Oriente

ORIENTE MÉDIO

Negócios e lazer nas arábias

As belas construções de Omã

O Oriente Médio exerce seu fascínio sobre o Ocidente e tem feito um belo esforço para tornar-se um importante pólo do turismo internacional. O primeiro passo já foi dado: a construção de hotéis maravilhosos. O segundo - e mais difícil - é conquistar a confiança dos visitantes.
A imagem dos muçulmanos manchou-se com o fanatismo religioso e quem só lê as más notícias tem uma idéia extremamente deturpada do grau de civilização e civilidade desses povos. Pois, pelo menos no Sultanato de Omã e nos Emirados Árabes Unidos, a viagem pode ser um tanto prazerosa, tranqüila e segura.

O turismo está quase sempre ligado a negócios. Os dois países estão cheios de petrodólares. E onde há dinheiro, sobram transações e executivos. Do Brasil até lá, a viagem é longa e a rota, cansativa. São 20 horas de vôo, mais algumas na conexão, em Zurique, Suíça. Portanto, aproveitar a viagem de negócios para uma pausa divertida chega a ser uma necessidade.

Belas paisagens - E também não perderá nada quem, nas férias, quiser visitar as ajardinadíssimas Mascate, Dubai e Abu Dabi e conhecer as emoções de um tour pelo deserto, as belíssimas praias do Golfo de Omã, a agressividade das montanhas de pedra da região, os aromas de especiarias exóticas, o ouro e a prata dos mercados tradicionais. Sem falar no extremo conforto dos seus hotéis e resorts.

E aí vai um aviso às mulheres que forem a Omã e aos Emirados Árabes Unidos: esqueçam-se da história de que só se pode usar blusas com mangas e saias longas. Nas ruas, turistas só não vestem minissaias, shorts ou bermudas. Mas vestidos de alça, saias curtas e calças compridas não provocam nenhuma reação a não ser um olhar malicioso se quem veste é jovem e bonita. O que, aliás, acontece no mundo todo.

Nas piscinas dos hotéis, biquínis mínimos são vistos sem problemas. E muitas até fazem um topless discreto, deitadas de bruços. Nas praias, usam maiôs inteiriços e alguns biquínis menos indiscretos. As locais entram n'água vestidas de negro mesmo.